IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL EDITH STEIN

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O ENFOQUE FENOMENOLÓGICO NA ÉTICA DE MAX SCHELER


    RESUMO


    Autora: Kátia Gardênia da Silva Coelho - Mestranda em filosofia UECE

    Orientadora: Professora Dra Maria Celeste de Sousa - FCF

    Este trabalho visa abordar uma leitura do uso da fenomenologia na ética de Max Scheler. O filósofo procurou investigar no método da fenomenologia de Edmund Husserl, a questão do saber como uma postura desinteressada e direta para captamos a essência dos fenômenos que se apresentam a nós. Entretanto, a ética de Scheler se utiliza da fenomenologia com a pretensão de analisar a experiência emotiva tendo como objetivo captar os objetos destas experiências que são os valores, visto que, os valores são fenômenos pelos os quais podemos ter uma intuição. Portanto, salientamos que o enfoque fenomenológico da experiência emotiva, faz vir à tona o mundo dos valores admitindo assim, uma clara distinção entre conhecimento e conduta moral. Desta forma, podemos reconhecer algo inovador no enfoque fenomenológico de Scheler em relação a Husserl ao voltar-se para uma orientação realista à fenomenologia, em oposição ao idealismo husserliano, afirmando que as essências são percebidas intuitivamente e não produzidas pelo sujeito.

Palavras – chaves: Fenomenologia, Ética, Valores.


    www.uece.br/sempesq-cmaf



terça-feira, 25 de maio de 2010

NOVIDADE VIRTUAL.


JÁ ESTÁ A DISPOSIÇÃO PARA DOWNLOADS O LIVRO " A INTRODUÇÃO A FENOMENOLOGIA" DE NOSSA QUERIDA ANGELA ALES BELLO.

ESTE É O LIVRO BASE PARA TODOS OS GRUPOS DE TRABALHOS REFERENTES A EDITH STEIN, COMO FOI ACORDADO NO ENCONTRO DOS PESQUISADORES STENIANOS NO ÚLTIMO MÊS DE MARÇO NO COLÓQUIO EM FORTALEZA.

DESEJAMOS QUE TENHAM BOM PROVEITO.


http://www.mediafire.com/?wzzy2umyjwj

CONFERÊNCIA


Prof Dr Andrés Eduardo Aguirre Antúnez

Universidade de São Paulo - USP - Instituto de Psicologia

Departamento de Psicologia Clínica

antunez@usp.br

DARÁ UMA PALESTRA DIA 09/06 AS 08:00HS NA UECE- CENTRO DE HUMANAS COM O TEMA: A EMPATIA E A ESTRUTURA DA PESSOA HUMANA EM EDITH STEIN.

NO MARCADOR: "ESPECIAL COLÓQUIO EDITH STEIN" TEMOS O RESUMO DA CONFERÊNCIA DO PROFESSOR NO COLÓQUIO COM O TEMA: A clínica psicológica refletida a partir de Edith Stein: humanologia










terça-feira, 11 de maio de 2010

A Fenomenologia de Edmund Husserl

Por Francisco Renaldo Costa

De maneira consciente se incorpora Edith Stein à corrente fenomenológica. Ela estava convencida de que Husserl era o filósofo de seu tempo. Em parte, desemboca neste movimento pelo desencanto que provou ao estudar a psicologia. É na fenomenologia e na sombra de seu fundador, onde Edith Stein se forma como filósofa.[1] Muitas são as vezes que saltam à vista nos relatos autobiográficos a simpatia e a satisfação da jovem universitária frente este novo modo de ver o mundo e as coisas que ele contêm. O atrativo foi grande, e o enriquecimento não será menor. Se identifica plenamente, até cair configurando seu pensamento pelo espírito fenomenológico. Se converterá em reprodução inapagável por mais que assimile com o passar do tempo outras escolas. A conversão ao catolicismo não supõe renúncia à fenomenologia. Quando em 1936, redige sua obra filosófica Endliches Und Ewiges Sein (Ser finito e Ser eterno) da cela de carmelita, recordará que sua pátria filosófica é a escola de Husserl e que sua língua materna continua sendo a dos fenomenólogos.

Dentro do movimento fenomenológico, a empatia de Edith Stein vai coincidir as contribuições sobre o mundo intersubjetivo, questão básica para superar o eterno problema do solipsismo. Sua primeira produção filosófica[2] está centrada em aplicar a redução fenomenológica a esse momento em que dois sujeitos são capazes de convergir tanto, que a vivência de um é integrada na experiência do outro. Não se trata senão do fenômeno da empatia, fenômeno que vai mais além do que o simples acordo em sintonia de criaturas – este seria o nível da simpatia -, enquanto que aquele afeta o núcleo mais íntimo da pessoa, sem querer e sentir. Esta capacidade de compreensão da experiência alheia estaria a base da sociabilidade humana. Porque podemos compreender, conviver e estabelecer relações intra-pessoais. O elemento que vincula esta experiência é a capacidade; não é o Körper, senão Leib[3].



[1] STEIN, Edith. Ser Finito y Ser Eterno. México, Fondo de Cultura Económica, 1994, p. 30.

[2] Aos três de agosto de 1916 defende sua Tese Doutoral em Filosofia na Universidade de Friburgo, tendo como orientador Edmund Husserl. Escolhera um tema exigente e não muito explorado: “ Zum Problem der Einfuhrung”( Sobre o Problema da Empatia).

[3] Na língua alemã Körper se refere ao corpo material e Leib ao corpo animado.

extraido: http://blogfilosofiaevida.com


sexta-feira, 7 de maio de 2010

Con motivo del Simposio “Edith Stein: Hacia la pregunta por la mujer”

Edith Stein, exposición bibliográfica

Con motivo del Simposio “Edith Stein: Hacia la pregunta por la mujer” organizado por la Facultad de Teología y el apoyo de la Dirección de Intercambio Académico y Asuntos Internacionales, a realizarse el próximo 7 de mayo,



Edith Stein, exposición bibliográfica

Biblioteca de Teología exhibe la exposición bibliográfica “Edith Stein” hasta el 14 de mayo, en el 2° piso de la biblioteca.


Edith Stein (1981-1942) conocida en la fe cristiana como Santa Teresa Benedicta de la Cruz, nació en el seno de una numerosa familia judía, en Breslavia, Alemania. Su inquietud intelectual la llevó a estudiar distintas disciplinas pero su mayor atracción la ejerció la filosofía, especialmente el método fenomenológico desarrollado por Edmund Husserl, mediante el cual se va acercando lentamente a la fe cristiana. En su camino de conversión un papel determinante fueron los escritos de Santa Teresa de Ávila y en 1922 es bautizada. Inmersa en el período de la Gran Guerra, asiste a heridos en un hospital.


Su pensamiento filosófico lo vuelca en la docencia. Tiempo después ingresa al Convento de las Carmelitas Descalzas en Colonia, donde toma el hábito de la orden. Prisionera durante la ocupación nazi, muere asesinada en Auschwitz. En 1987, es beatificada por Juan Pablo II.


Biblioteca de Teología exhibe algunas de sus publicaciones, resaltando entre éstas: Autorretrato epistolar, Los caminos del silencio interior, Ciencia de la cruz: estudio sobre San Juan de la Cruz, La estructura de la persona humana, Sobre el problema de la empatía, entre otros.

http://sibuc.uc.cl/sibuc/site/artic/20100505/pags/preview.php#




















Dirección: Av. Vicuña Mackenna 4860. Santiago de Chile.
Teléfonos: (562) 3544616
Fax: (562) 3545852

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Edith Stein ilumina debate em Universidade Americana

A Universidade Católica Notre Dame, no estado americano de Indiana, promoveu em fevereiro deste ano um simpósio intitulado: " Nenhum homem é uma ilha: Criatura, Cultura e Comunidade. Em texto de apresentação do evento se diz que " Santa Edith Stein, a patrona da conferência, interessou-se no estudo filosófico da identidade e das relações humanas, escrevendo sobre o indivíduo e a comunidade, sobre a empatia humana e a natureza dos homens e mulheres. Este ano, o Projeto Edith Stein examinará o papel das relações humanas na identidade original da pessoa humana, considerando o que verdadeiramente significa ser homens e mulheres, sob o ponto de vista dos ensinamentos da Igreja. A conferência incluirá apresentações em uma ampla variedade de tópicos, incluindo a masculinidade e a feminilidade, casamento, família, homossexualidade, amizade, violência sexual e distúrbios alimentares".

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O CONCEITO DE EMPATIA EM EDITH STEIN.

A minha apresentação amanhã é:

SALA DE AULA 01

BLOCO PSICOLOGIA/BIBLIOTECONOMIA

CH/UFC

ÁREA II benfica. Av. da Universidade.

14h as 18h

04/05/2010

Rebeca.

rebecavalcante@gmail.com