IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL EDITH STEIN

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A CLARIFICAÇÃO FENOMENOLÓGICA DE EDITH STEIN: ponte epistemológica entre a antropologia filosófica e a teologia simbólica

 

 

 

 

 

Carlos Eduardo Vargas(1)

Resumo



Partindo da obra Ciência da Cruz (Kreuzeswissenschaft), em que Edith Stein analisa fenomenologicamente os símbolos místicos da obra de São João da Cruz, este artigo pretende explicar em que consiste a metodologia da clarificação fenomenológica de Edith Stein como ponte epistemológica entre o simbolismo místico e as dimensões de natureza antropológica das manifestações religiosas na vivência da ciência da cruz ou ciência dos santos, verificando qual é o alcance desta metodologia como uma aplicação da fenomenologia à descrição das estrutras eidéticas operações e estruturas que, na alma, correspondem às vivências místicas simbolizadas por são João da Cruz.
 
 

(1)Doutorando e Mestre em Filosofia pela PUC-PR. Membro da Comunidade Santa Teresa da
Ordem Carmelita Descalça Secular (OCDS), foi professor em cursos das Faculdades Integradas
Santa Cruz de Curitiba. E-mail: carlos.vargas@ibge.gov.br.
 
 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O tomismo fenomenológico de Edith Stein










Ivanaldo Santos



Resumo: O objetivo do presente artigo é apresentar o tomismo fenomenológico de Edith Stein. Afirma-se que o frutífero diálogo desenvolvido por Edith Stein entre Husserl e Tomás de Aquino possibilitou, de um lado, uma ampliação da pesquisa no campo fenomenológico. Uma pesquisa que estava restrita à ciência e  à psicologia ampliou-se para a educação e a vida religiosa. Do outro lado, ela demonstrou que Tomás de
Aquino não está preso a Idade Média. Ele tem muito a contribuir com a filosofia contemporânea e com a reunamização do homem. O tomismo desenvolvido por Edith Stein, conhecido como tomismo fenomenológico, é uma das grandes e fecundas contribuições que o neotomismo deu à filosofia no século XX.

Palavras Chave: Edith Stein. Fenomenologia. Diálogo. Husserl. Tomás de Aquino.
 
 http://www.google.com/url?sa=X&q=http://www.hottopos.com/notand30/101-107Ivanaldo.pdf&ct=ga&cad=CAcQAhgAIAEoBDAAOABA1oHMhgVIAVgAYgVwdC1CUg&cd=BxeAZBFZcWc&usg=AFQjCNETKjyHa5sn-uOFwYd9E8Y62Jf2pA
 
Pós-doutorado em estudos da linguagem pela USP, doutor em estudos da linguagem pela UFRN, professor do Departamento de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). E-mail: ivanaldosantos@yahoo.com.br.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

EXPOSIÇÃO SOBRE A ALMA FEMININA NA FILOSOFIA

No decorrer de sua investigação, Edith Stein identifica um emaranhado de diferenças a começar pela dimensão corpo e matéria. O presente trabalho realiza uma breve abordagem acerca da alma feminina segundo o pensamento de Edith Stein. Para tanto, procura-se esclarecer como a filosofia steiniana caracteriza a alma feminina. De acordo com Edith, todo ser humano necessita descobrir-se tal como é, e com isso ir em busca da sua própria plenificação. Deste modo, o valor característico da mulher procede de seu caráter constitutivo de seu ser feminino. A mulher é constituída de uma realidade humana própria, não apresenta apenas diferenças externas, biológicas, em relação ao homem; ela é detentora de um princípio inerente que a constitui como tal, um modo interior que compreende seu ser permanente. Configura-se assim a mulher pelo propósito de sua alma, pois, a composição da alma da mulher difere da alma do homem.A partir disto, este estudo se detém a analisar como a filosofia de Edith identifica a alma feminina.
 
 
Aparecida do Nascimento Frazão

Aluna de graduação do curso de Filosofia da Universidade Federal do Ceará no Cariri. E-mail:






Maria Celia dos Santos

Professora do curso de Filosofia da Universidade Federal do Ceará no Cariri.

E-mail: mariacelia@cariri.ufc.br