O GRUPO DE TRABALHO EDITH STEIN NA CELEBRAÇÃO DOS SEUS QUATRO ANOS DE EXISTÊNCIA VEM COMUNICAR MAIS UMA CONQUISTA QUE NA VERDADE NOS VEIO COMO PRESENTE.
Um olhar interdisciplinar sobre a subjetividade humana.
O termo subjetividade é o denominador comum para a época da história da filosofia que se denominou chamar da filosofia moderna. A proposta de uma investigação em torno da construção de uma nova subjetividade humana é oriunda dos impasses e perspectivas do conceito de subjetividade refletido ao longo da tradição filosófica de descartes a Kant. Este antropocentrismo radical se constitui progressivamente em oposição à visão humanista atual. O homem, deus, a natureza se apresentavam como grandezas inversamente proporcionais: uma só podia crescer à custa da outra. A cultura moderna, porém optou por sacrificar o rival que via em deus, no outro e na natureza. Como conseqüências têm uma subjetividade centrada em si colocando o homem no seu desamparo existencial e relacional. É essa a única maneira de compreender o ser humano? Para apresentar um projeto alternativo a essa subjetividade lançamos mão de um procedimento epistemológico inspirado na ciência considerada a mais apta a fornecer uma explicação global do homem a partir de três pensadores atuais que se destacam neste campo metafísico, antropológico e ético: Hegel, Éric Weil, lima Vaz e Edith Stein.
O Centro Loyola de Fé e Cultura da PUC – Rio vai promover uma palestra sobre Edith Stein, no dia 17 de novembro. O programa inclui os temas: vida e obra de Edith Stein, o conceito de ser humano, Estado e Justiça e as semelhanças entre Simone Weil, Hannah Arendt e Edith Stein.A palestra será ministrada pela Drª. Maria Lúcia Salles Gyrão, advogada, Mestre em Direito Privado e Filosofia pela UFRJ, doutoranda em Filosofia pela UFRJ e Professora de Direito da Universidade Candido Mendes.O evento será das 19 às 21 horas, na residência João XIII, que fica na Rua Bambina, nº 155, em Botafogo. A entrada é gratuita.
Bendecida una estatua de Edith Stein en la iglesia carmelitana de Würzburg
Communicationes
ROMA (09-11-2009).
- El día en que se recordaba la fecha de canonización de Edith Stein y en la víspera de su 118 cumpleaños, el 11 de octubre, fue bendecida una nueva estatua de Edith Stein en la Iglesia de los Carmelitas de Würzburg por el Obispo Diocesano Dr. Friedhelm Hofmann.Se trata de una obra del escultor Paul Nagel, que muestra la Santa como una figura que avanza valientemente, que sujeta en sus manos un rollo de la Torá judia y la cruz cristiana. El autor ha querido plasmar el preciso momento, en el que después de su arresto, camino al coche de la Gestapo, debió de decir a su hermana: “Ven, vamos por nuestro pueblo”.
La obra es un vaciado de bronce, copia de la estatua de mármol de 5.45 m, que el artista hizo para un nicho de la fachada de la Iglesia de San Pedro en Roma, y que se colocó allí hace tres años.
La estatua, de 1.60 m, está colocada sobre una peana de 1.20 m con la inscripción: “Ad orientem” que es el último signo de vida de Edith Stein, cuando el 7 de agosto de 1942 fue deportada en un tren camino del campo de concentración de Auschwitz, donde fue asesinada en la cámara de gas.Greifswald contará con un residencial universitario dedicado a “Edith Stein” Dos días después, el 13 de octubre, se colocó en la ciudad universitaria de Hasen, Greifswald, la primera piedra de un parque-conjunto habitacional para estudiantes que llevará el nombre de la santa carmelita “Edith Stein”. El complejo estará dotado con más de 200 apartamentos. En el marco de esta cuidada fiesta y con ilustres invitados se brindó la oportunidad al P. Ulrich, para que presentara la figura de la santa filósofa y mártir, a quien va a ser dedicada esta construcción.
A la cabeza de los invitados se encontraba el alcalde de esta floreciente ciudad universitaria, con más de 12.000 estudiantes y alrededor de 60.000 habitantes. En los agradecimientos el alcalde expresó su alegría por la fama y el reconocimiento de un personaje tan significativo como Edith Stein.La mayoría de los invitados, alrededor de 100, quizá habrán oído por primera vez el nombre de Edith Stein. En concreto, uno de los trabajadores expresó con posterioridad, que nunca había construido una casa, que descansara sobre un solar bendecido y que fuera dedicado a una conocida personalidad.
A linguagem sempre mereceu atenção por parte dos filósofos. Basta citar o exemplo de Platão ao referir-se sobre a língua como instrumento que se ajusta ao objeto. A filósofa Edith Stein (1891-1942) também não ficou indiferente a essa questão muito embora não tenha se manifestado dedicadamente em uma obra específica, entretanto, encontramos vestígios na obra Ser finito y Ser Eterno sobre a possibilidade da sociolingüística na filosofia steiniana. No entanto, ousamos dizer ela perpassa com o olhar fenomenológico uma análise sobre a linguagem e seus variantes. Por isso é possível apontar essa preocupação em sua filosofia e sugerir suas possíveis contribuições.Para isso Edith Stein, o principal ponto é a análise fenomenológica das significações das palavras em uma multiplicidade de intenções sensíveis para daí extrair sua essência.Sabemos que a filósofa se fundamenta na fenomenologia de Edmund Husserl ao refletir as formas do conhecimento enquanto caráter da intencionalidade de um dado objeto e sua mediação do sentido que se aplica a palavra, ou seja, como posso refletir o significado ou o sentido das categorias ao que concerne uma conexão interna entre elas que nos seja compreensível a estrutura essencial enquanto tal.Nesse sentido, poderíamos considerar que a perspectiva de Edith Stein tem como pretensão, na medida do verossímil, enveredar no interior do campo do ser, na “vida-do-eu” e sua relação sobre as essências da experiência para uma compreensão da linguagem que possa revelar algo sobre o ser.Portanto, Edith Stein atribui centralidade na análise fenomenológica das variações lingüísticas como possibilidade de revelar algo sobre o sentido do ser ao captarmos as essências, que representam um leque de conhecimento dos nomes dos diferentes conteúdos de experiências.Entretanto, é possível falarmos da linguagem como forma de compreensão entre a filosofia do “nosso tempo”(sec.xx) e a filosofia da Idade Média em especial Tomás de Aquino em que poderiam unir-se em uma mesma corrente da filosofia perene.[1] Nessa perspectiva, a reflexão que pretendemos desenvolver nasce da pergunta sobre o problema do ser, visto que, perpassa tanto o pensar dos “antigos mestres, e não somente com eles, mas também com os que a sua maneira, voltam a ocupar-se do tema na época atual.”[2]
Queremos especificar desde já que, quando nos referimos à questão da sociolingüística na filosofia de Edith Stein, temos em mente algo de especificamente de procurar descobrir o sentido do ser, onde devemos nos colocar a problemática da sua essência. Nesse sentido a filósofa não deixa de lado o olhar fenomenológico sobre o ser humano na tentativa de compreender a essencialidade humana como um todo:através das diversas maneiras que a consciência intui os fenômenos ;e sendo assim, revela-se uma investigação entorno das múltiplas formas do refletir humano com o desejo de abarcar o sentido do ser.Por exemplo, a linguagem, o relacionar-se com o os outros, com o mundo e com Deus.Portanto, pretendemos evidenciar os vestígios sociolingüísticos no pensamento steiniano em específico na obra Ser finito y Ser Eterno.
Começaremos sob o aspecto da linguagem a cerca das dificuldades da expressão lingüística como proposta de uma abertura ao diálogo entre a filosofia da Idade Média e a nova filosofia do século xx, mas tocamos aqui na espinha dorsal da questão: como falar de um diálogo comum em meio a diferentes linguagens, e ao mesmo tempo de uma corrente de pensamento da filosofia perene? Primeiramente, precisamos encontrar a língua em que possam compreender-se mutuamente, entretanto “vivemos realmente em meio de uma confusão babilônica de línguas.”[3]
É quase impossível tratarmos de um termo em que haja uma compreensão entre si, diante do distanciamento dos términos técnicos que Santo Tomás falava com sua própria linguagem para o entendimento do filósofo atual, porém temos a questão do ser que reaparece no interior da filosofia do nosso tempo, visto que a fenomenologia de Husserl e Scheler abordam o problema do ser, depois, a filosofia da existência de Heidegger onde nos levam ao diálogo entre tais pensadores. Pois, a análise aqui proposta é justamente captar aquilo que contribua para uma maior compreensão sobre o sentido do ser.
Este processo se justifica porque a filósofa tem como pretensão de investigar e aproximar, a filosofia de Tomás e a filosofia do século xxao enveredar na questão do ser para analisar o sentido e a possibilidade de uma filosofia cristã.Portanto, sabemos que a linguagem faz parte do ser humana e desempenha papel importante para a cultura de um povo.”As línguas se desenvolvem segundo o espírito dos povos, porque são a condensação e a expressão de sua vida; a multiplicidade dos povos e suas qualidades devem refletir-se nelas.”[4] Neste contexto, Edith Stein cita o exemplo dos gregos que criaram sua própria forma de linguagem: a filosofia sendo a marca do espírito desse povo e que ao pensarmos em filosofia temos que nos reportarmos aos gregos, dessa forma para adentrar a reflexão sobre o ser devemos buscar entrar em diálogo com os antigos mestres que está por trás destas palavras um leque de conhecimento.Com isso a autora pretende mostrar que a filosofia é um corpo de pensamento tendo por interesse a verdade total, então, se o cristianismo apresenta-se no contexto histórico, do ponto de vista da filosofia podemos analisar os dados das revelação sob o olhar da razão e extrair o estado cristão da filosofia, já que a fé representa uma abertura de horizonte como auxílio a compreensão do sentido do ser.
Desta maneira, a sociolingüística na filosofia steiniana, tem como caráter de mostrar uma investigação em torno das múltiplas formas do refletir humano através de um entendimento do que seja uma filosofia cristã tanto para os crentes quanto os não crentes, enquanto possibilidade de abertura para o absoluto, para si e para o outro.
Com efeito, podemos dizer a linguagem é parte do ser humano, ou seja, cada um de nós já nasce com ela, basta apenas vivenciá-la no meio para desenvolvê-la. Para isso, Edith Stein traz consigo uma abordagem de interpretação da linguagem não somente sobre a visão da filosofia cristã, mas deve-se incluir um olhar fenomenológico sob a linguagem para uma compreensão da estrutura essencial enquanto tal. Por exemplo: ao falar de essencialidade nos leva a compreender o sentido último nas palavras, ou seja, o que no centro de toda compreensibilidade, é justamente o que revela a compreensão e o entendimento da língua.[5] Assim Edith Stein elabora uma filosofia como um corpo de conhecimento em que ela não faz um recorte do mundo, mas visa o todo, ao investigar o ser humano em seus vários aspectos de conhecimento desvelando uma maior compreensão da realidade.
Por essa razão há de se tomar outro ponto de partida do pensamento steiniano sobre a sociolingüística ao permitir caminhar na busca do conhecimento da estrutura do ser humano capaz de mergulhar no núcleo do indivíduo, aquilo que é de mais profundo da alma no horizonte e abertura com o transcendente, com o outro(empatia) para um reconhecimento da alteridade do outro que envolve as diversas formas do expressar humano tendo como desfecho no atuar consciente na história, para uma maior participação na sociedade.
[1] .EDITH STEIN, Ser finito y Ser Eterno,ensayo de uma ascensión al sentido del ser, 1994,24.
[2].”Volver a pensar activamente junto com los antigos maestros, y no solo com ellos, sino también com los que, a su maneira, vuelven a ocuparse del tema em época actual.”Ser finito y Ser terno,29.
[3].”Vivimos realmente em médio de uma confusión babilônica de lenguas.”Ser finito y Ser Eterno,25.
[4].”Las lenguas se desarrollan según el espíritu de los pueblos, porquer son lacondesación y la expresión de su vida; la multiplicidad de lo pueblos y su cualidades deben reflejarse em ellas.”Ser finito y Ser Eterno,25.
Tivemos a honra de sermos convidados para participar de dois encontros de filosofia no mês de Outubro em São Paulo com a presença ilustre de Ângela Ales Bello e Ir. Jacinta Turolo Garcia que aconteceram nas instituições (USP e UNIFAI) com os temas: Edith Stein e o acolher o outro, o diferente, o estranho; A antropologia filosófica de Edith Stein e o mundo contemporâneo.
Depois de muitas correspondências por e-mail com Ir. Jacinta e Ilana Novinsky, o grande dia Chegou. Enviamos nossa delegada representando o Grupo de Trabalho Edith Stein com o apoio da Faculdade Católica de Fortaleza, a Bacharel Kátia Gardênia, que participou em São Paulo de um encontro sobre o pensamento de Edith Stein.
Nossa delegada nos falará de sua impressão dos encontros:
"O primeiro momento foi de conhecimento do andamento do grupo e sobre a possibilidade de haver o primeiro colóquio de filosofia a cerca do pensamento steiniano em Fortaleza. É com muita alegria que partilho esta oportunidade, visto que, o nosso grupo perpassa por uma nova fase de crescimento e amadurecimento na busca de ampliar seus horizontes de pesquisas sobre a filosofia steiniana e vejo isso como resultado do trabalho em equipe dos membros.
Em segundo momento, tive a graça de contemplar a simplicidade e clareza do modo como Ângela e Ir Jacinta descrevem o itinerário percorrido pela autora sobre a reflexão do olhar fenomenológico e a preocupação para uma compreensão a cerca da estrutura do ser humano partindo das vivências cotidianas como abertura para o transcendente, para o outro, ou seja, o reconhecimento da alteridade do outro sob duas vias: uma horizontal como transcendência de abertura para o ser humano e a outro no plano vertical que nos leva ao encontro com o divino como proposta de uma análise do comportamento humano.
A ênfase dada a essa temática é o estudo do paradoxo do ser humano que é ao mesmo tempo o sujeito e o objeto da pesquisa. Sujeito ativo e capaz de refletir de que é coisa e como objeto dessa pesquisa diante da dualidade: particularidade e universalidade em olhar o ser humano de dentro e de fora procurando mergulhar no núcleo do indivíduo, no elemento mais profundo onde encontramos a marca do divino. Deste modo, podemos concluir a preocupação de Edith Stein pela pessoa humana e pela a realidade que a envolve a conduz enveredar e afrontar seja diretamente ou indiretamente no universo humano pretendendo analisar a pessoa como um todo, fruto de sua preocupação política e antropológica.
Agradeço de coração em nome dos membros do grupo, a todos aqueles que nos proporcionaram seja direta ou indiretamente essa rica oportunidade de conhecimento. Que Edith Stein os retribua com sua intercessão junto ao Deus da revelação Jesus Cristo."
SESSÃO FOTOGRÁFICA:
Dependências internas da UNIFAI
Auditório atento
Ir. Jacinta Turolo Garcia
Profª Ales Bello com a Ir. Jacinta
Declaração de participação
NOSSOS SINCEROS AGRADECIMENTOS A IR. JACINTA PELO CONVITE A NÓS FEITO BEM COMO A ILANA NOVINSK PELO APOIO E INCENTIVO E DE MANEIRA ESPECIAL A FACULDADE CATÓLICA DE FORTALEZA NA PESSOA DA COORDENADORA DO DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA A PROFª. Ms. jANINE BARREIRA PELO APOIO FINANCEIRO E POR ACREDITAR NA POTENCIALIDADE DO GRUPO DE TRABALHO EDITH STEIN.
A partir do conceito de forma compreendemos que esta é a fonte do sentido e da existência perfeita das criaturas. Tendo em vista esse conceito podemos perceber sua presença já nas criaturas mais inferiores e até das simples coisas materiais. Nesses graus mais baixos encontramos não uma matéria já existente, porém uma unidade composta de forma e matéria. A plenitude nesse ponto é entendida como espacial. Está sem forma, mas não inteiramente desprovida de forma, pois está passiva de recebê-la posteriormente.Convém a nós sabermos que:
Mas aqui convém prestar atenção ao que temos dito precedentemente sobre os diferentes estados possíveis do mundo criado. A natureza material, objeto de nossa experiência, não é de nenhuma maneira uma pura expressão do plano divino da criação nem um efeito puro da vontade divina; não é tampouco uma formação pura espontânea, nem uma seqüência de forças sem atritos que se ajudam mutuamente. Mas posto que seu estado real enquanto caído remite mais além de si mesmo a um estado íntegro, se concebe sua possibilidade (STEIN, 1996, p. 435).
Para percebermos de forma clara a estrutura das criaturas materiais, precisamos lembrarmo-nos dos conceitos corpo, alma e espírito. A alma é a forma além da matéria que anima um corpo físico constituído de massa, auxiliando-o no decorrer de sua evolução temporal. O corpo vivente é a massa física animada pela alma. O espírito é a essência imaterial, constituído de uma faculdade capaz de refletir e avaliar e que tem liberdade em suas ações. Se corpo, alma e espírito são interpretados dessa forma, então podemos considerar essas criaturas materiais-corporais, que estão fora dessa evolução da vida, como criaturas não dotadas de corpo vivo, de alma, nem de espírito.
Mas, o corpo inanimado, como toda criatura, possui um sentido e é assim, no sentido amplo do termo, um produto pleno de espírito do qual se serve o espírito do criador para falar ao espírito criado. Expressando este sentido com a ajuda de sua manifestação sensível, sai de si mesmo e adquire um ser espiritual. Assim chegamos à segunda significação do corpo- alma- espírito, segundo a qual esses três termos designam as formas fundamentais do ser real: o ser psíquico designa a mobilidade flutuante que impulsiona à informação; o ser corporal expressa a posse da essência informada: o ser espiritual significa a livre emanação fora de si mesmo, a expressão ou exteriorização da essência (STEIN, 1996, p. 436)
Essa extensão do criador pode ser encontrada também nas coisas inanimadas no decurso de sua existência, e não somente nas criaturas vivas. Assim é vista a criatura tida como inanimada: elas são percebidas como extensão do criador a partir do momento que chegam a ser conforme sua essência tinha sido prevista. Isso é percebido sempre que elas têm a forma essencial expressa exteriormente.
Campanha de cadastramento dos pesquisadores steinianos no Brasil.
Mande um email para: dacruz.moises@gmail.com
OBJETIVO DO GT EDITH STEIN.
Nosso grupo de trabalho tem por objetivo focalizar a questão de uma antropologia filosófica seguindo o olhar fenomenológico diante dos fenômenos. Refletir com a pretensão de abstrair do método aplicado respostas aos problemas existenciais do homem acerca do sentido do ser através de novos comentários, novas descobertas e interpretações sobre o pensamento steiniano.
HISTÓRICO DO GRUPO
O grupo começou em novembro de 2005 na cidade de Quixadá, em 2006 fomos visitados pelo Prof. Dr. Juvenal Savian da UNIFESP, bem como mantivemos contato com a Profª Dra. ir. Jacinta Turolo Garcia, renome do pensamento steiniano no Brasil e exterior.
Em março de 2010 tivemos a alegria de organizar o I Colóquio filosófico steniano no nordeste que contou com a presença da nossa correspondente internacional e de vários pesquisadores do Brasil, o material do simpósio está devidamente sinalizado com o marcador "especial colóquio Edith Stein" .
Em 2011 organizamos o I Simpósio Internacional Edith Stein que contou com a presença da Profª Dra. Angela Ales Bello da Universidade Lateranense de Roma, bem como de 410 participantes vindo de todo Brasil.
Em 2012 realizamos juntamente a Universidade Federal de São João del Rei o II Colóquio Brasileiro de estudos fenomenológicos "Edith Stein e a fenomenologia" como forma de apresentação e introdução do pensamento steiniano .
Desde de o início mantivemos uma produção a qual poderá ser observada no marcador "produção" para nós é mais um passo dado para aquilo ao qual anelamos a criação da Associação Brasileira Steiniana.
Programas de pós-graduação com pesquisa em Edith Stein